Facial
Evita o uso de credencial física, mas exige avaliação das condições de leitura, do cadastro e do tratamento dos dados pessoais.

A melhor tecnologia depende da rotina do local, não apenas do recurso mais moderno.
A escolha entre reconhecimento facial, biometria digital e TAG depende do fluxo de pessoas, da quantidade de usuários, das condições do ambiente, da necessidade de contingência e das integrações desejadas. Esses critérios ajudam a evitar a compra de um equipamento inadequado para a rotina.
Também é necessário verificar a capacidade do equipamento, a velocidade de identificação e as formas de cadastro disponíveis. Esses recursos variam conforme o modelo e o projeto, por isso a comparação deve considerar a especificação do equipamento que será instalado.
O acesso facial identifica a pessoa por características do rosto, conforme a tecnologia e a configuração do equipamento. Pode ser considerado quando se busca uma entrada sem o uso de cartão, chave ou TAG, especialmente em locais nos quais a passagem frequente torna conveniente um método sem contato.
O desempenho depende do equipamento, do posicionamento e das condições do ambiente. É importante avaliar iluminação, distância de leitura, fluxo de pessoas e possibilidade de acesso alternativo. A capacidade de usuários e os métodos de cadastro variam entre modelos.
A biometria digital utiliza a leitura da impressão cadastrada para liberar o acesso. É uma opção a considerar quando os usuários podem tocar no leitor e quando a identificação individual é mais importante do que a entrada por credencial física.
Como ocorre com outras tecnologias, a adequação depende do equipamento e do ambiente. O cadastro, a quantidade de usuários suportada, a velocidade de leitura e os procedimentos de contingência precisam ser verificados antes da definição do projeto.
A TAG permite liberar a entrada por meio de uma credencial de proximidade associada ao usuário ou à unidade, conforme a configuração do sistema. Pode ser uma alternativa prática quando o local prefere distribuir, substituir ou bloquear credenciais físicas.
A gestão exige cuidado com TAGs perdidas, transferidas ou não devolvidas. A quantidade de credenciais, a forma de cadastro, a distância de leitura e a integração com portas ou portões variam conforme o equipamento utilizado.
Evita o uso de credencial física, mas exige avaliação das condições de leitura, do cadastro e do tratamento dos dados pessoais.
Relaciona o acesso à impressão cadastrada e requer um leitor adequado à rotina de contato e às condições de uso do local.
Usa uma credencial de proximidade e facilita o bloqueio ou a substituição quando a gestão das TAGs é bem controlada.
Nenhuma das três opções é universalmente melhor. Em alguns projetos, pode ser adequado combinar tecnologias ou manter uma forma de contingência. A decisão deve considerar o fluxo real, as responsabilidades de administração e a integração com os demais componentes do controle de acesso.
Biometria facial e digital envolve dados pessoais. Antes da implantação, é necessário definir quem poderá cadastrar, consultar, alterar ou excluir usuários e quem será responsável pela administração do sistema. Também devem ser avaliados os procedimentos internos para autorização e revogação de acessos.
A contingência precisa ser discutida desde o projeto. O local deve saber como proceder quando houver indisponibilidade do equipamento, perda de credencial, falha de comunicação ou necessidade de liberar uma entrada autorizada. O recurso disponível varia conforme o equipamento e a integração instalada.
Não existe uma opção melhor para todos os locais. A decisão depende do fluxo, da quantidade de usuários, do ambiente, da contingência e das integrações necessárias.
Não. A capacidade, a velocidade e as formas de cadastro variam conforme o equipamento e devem ser conferidas no projeto.
A TAG pode facilitar o bloqueio ou a substituição de credenciais, mas exige controle sobre distribuição, perda, transferência e devolução.
Sim. É necessário definir regras de cadastro, acesso às informações e responsabilidade pela administração do sistema.
A combinação pode ser considerada quando o equipamento e o projeto permitem integração entre tecnologias ou quando é necessária uma alternativa de acesso.
O procedimento depende da solução instalada. A possibilidade de contingência deve ser definida durante o planejamento, considerando o equipamento e suas integrações.
Outras soluções da Superseg que podem complementar este atendimento.
Veja também esta página relacionada da Superseg para comparar a solução.
Abrir páginaVeja também esta página relacionada da Superseg para comparar a solução.
Abrir páginaVeja também esta página relacionada da Superseg para comparar a solução.
Abrir páginaFale com a Superseg pelo WhatsApp e envie detalhes do local. Vamos orientar o melhor atendimento para o seu caso.
Clique no botão abaixo para falar direto com a equipe.
Atendimento em Campo Grande - MS para residências, empresas e condomínios.